Passar roupa: terror ou terapia?

Durante essa quarentena, vi muitas pessoas aprendendo ou reaprendendo a lidar com as tarefas domésticas. Uns mais criativos, fazendo pães ou tingindo suas roupas com a técnica do tie-dye, outros passando pequenos sufocos apenas para manter a casa limpa e organizada. Contudo, dentre todas as atividades que envolvem cuidar da casa, existe uma que, por unanimidade, ainda não conheço alguém que goste: passar roupas.

Só que eu gosto de passar roupas. Muito.

Antes de você preparar uma trouxa de roupas e enviar para a minha casa (por favor, não!), explico o porquê de gostar tanto dessa tarefa: passar roupas, para mim, é quase uma meditação. Ficar parada e concentrar-se quase exclusivamente em tirar os amassados das roupas me relaxa, não entedia.

Além disso, assim como gosto de moda, gosto de cuidar das minhas roupas. Sou a louca da leitura de etiquetas, para saber a forma indicada de lavar e passar cada peça (tenho até uma “cola” dos símbolos na minha lavanderia!) e meu guarda-roupa é organizado na base do TOC, com as roupas separadas por cores e ocasiões.

Mas voltando à arte de passar roupas: pensando que essa tarefa é considerada chata para a maioria, listei algumas dicas para tornar esse momento mais fácil e, por que não, mais prazeroso. Vamos a elas:

  • antes de começar a passar, separe as peças por tecido. Dessa forma, você não precisará ficar ajustando a temperatura do ferro a cada roupa. Como eu faço: máscaras de tecido (sempre as primeiras!), blusinhas de tecido fino, camisetas (primeiro as minhas, depois as do marido – as camisetas masculinas costumam ter tecidos mais grossos), pijamas e partes de baixo (saias, shorts, bermudas e calças, nessa ordem). Se precisar passar camisas sociais, elas vem antes das partes de baixo.
    isso nos leva à próxima dica: não menospreze a indicação da etiqueta sobre a temperatura do ferro! Siga a legenda sempre:
  • tem gente que não gosta, mas eu amo produtinhos para passar roupas. Eles perfumam as peças e realmente facilitam o trabalho se estiverem muito amassadas. Como também gosto do cheirinho do amaciante que uso, muitas vezes preparo uma misturinha em casa com amaciante, água e álcool e uso na hora de passar, assim fica tudo com o mesmo cheiro, sabe? (TOC aromático rs)
  • roupas que ficam em cabides vão para os respectivos cabides logo após a passada, hein? Nada de deixar na cama ou na cadeira e depois pendurar; podem acabar amassando de novo.
  • use o áudio para se distrair! Tem gente que gosta de passar roupa vendo TV, mas não funciona para mim e, no fundo, não recomendo: alguma cena pode te entreter demais e, quando você perceber, pode ter queimado uma peça! Por isso acho o entretenimento em áudio mais interessante: coloque seus fones de ouvido e escolha sua playlist favorita. Outra boa ideia são os audiolivros, afinal quem disse que cuidar da casa te impede de ler? Recentemente ouvi “Um anjo na casa”, de Beca Aberdeen, pela plataforma Ubook – é um livro longo, de quase oito horas de duração, mas a história é tão envolvente que ouvi em três dias, dois deles enquanto passava minhas roupas.

Agora, me contem: vocês gostam de passar roupas? Como mantêm suas peças sempre lindas e organizadas? E qual é a tarefa doméstica que vocês menos gostam? Comentem!

Um comentário em “Passar roupa: terror ou terapia?

Adicione o seu

  1. Um dia já fiz parte do grupo de pessoas que odeiam passar roupas 😯.
    Mas quanto entendi que está tarfera do lar, poderia se tornar um negócio, me apaixonei e hoje amo Passar Roupas 😉

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